Comportamento
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"...Drogas
e Rock n'Roll"
Quando
se fala em comportamento no mundo do Rock n'Roll, logo vem à mente
as excentricidades, atitudes de pulso (digamos assim) e o envolvimento
com drogas por parte das estrelas (bem como as pessoas que as
cercam). Pois bem, é deste último que vamos falar agora. Não é
segredo pra ninguém que há uma certa associação entre as drogas
e o Rock n'Roll (vide a máxima "Sexo, Drogas e Rock n'Roll").
Há mais de 50 anos elas figuram desde simples letras musicais
à nomes e contextos inteiros de bandas. Bob Dylan, o então poeta
norte-americano já fazia a sua apologia à maconha, mesmo que de
forma metafórica, em Mr. Tamborine Man. O mesmo Dylan foi o apresentador
da droga aos 4 rapazes de Liverpool, melhor dizendo, os Beatles,
que entre outras, compuseram Lucy in the Sky with Diamond, já
numa fase onde o LSD (ou ácido lisérgico) fazia parte de grandes
festas ou simples eventos que freqüentavam.
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Os Stones, por exemplo, ressaltaram os atributos da morfina em
Sister Morphine e o mestre da guitarra, Eric Clapton, sem cerimônia
nenhuma, escreveu sobre a cocaína em Cocaine. Estes são alguns
dos muitos exemplos que podemos citar. O que acontece é que as
drogas em geral sempre exerceram um fascínio devido à curiosodade
e por que não, à proibição delas.
Sendo assim, que grande tema seria para uma música, a abordagem
deste submundo, seus baratos e mais tarde sua dependência. Lou
Reed, da extinta Velvet Underground, descreve com emoção a viagem
de uma picada, em Heroin; e os músicos de rap do Cypress Hill
(assim como seus "primos brasileiros" do Planet Hemp) tornaram
a maconha a cara da banda.
Isso mostra que as drogas fazem parte do cotidiano destas pessoas
e também de muitos fãs, que se identificam com as músicas. Neste
novo milênio, onde o grande meio de comunicação é a Internet,
portanto acesso à todo tipo de informação, é obsoleto aquele que
julga ser errado a abordagem desse tema em músicas populares.
Errado pois antes das drogas existe algo que deve ser respeitado:
a liberdade de expressão.
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Quanto
à demagogia, estas pessoas acabam optando por música clássica
(sem desmerecê-la, de modo algum), ou mesmo música evangélica,
como válvula de escape da realidade.
O Portal do Rock não está para defender o uso ou não de drogas
e sim para retratar e abranger os diversos caminhos que constituem
o Rock n'Roll, e, tendo isso em mente, convido os internautas
a participarem dessa discussão, enviando seus e-mails para nós,
criticando e sugerindo mais pautas para serem levantadas em "Comportamento".
No mais...Keep Rock & Roll Music Alive...Nos encontramos!
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