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Um
pouco da história...
A
"Donzela de Ferro" (nome tirado de um instrumento medieval
parecido com um ataúde cheio de pontas onde a vítima
era colocada) vai aterrissar no Brasil pela quinta vez (1985 no
Rock In Rio I, 1996 no Monsters of Rock em São Paulo, 2001 no Rock In Rio III, 2004 no Pacaembu em São Paulo) tocando no mês de março em terras brasilis. Então, nada melhor do que dar uma rápida
olhada na história dessa banda que foi um divisor de águas
no que seria o heavy metal. Muito embora o release da banda diz
que ela vai completar 25 anos, o IRON MAIDEN surgiu em 1976 em
Londres e era formado por Steve Harris no Baixo, Tony Parson na
Guitarra, Doug Sampson na bateria e Paul Di'Anno nos vocais. "The
Soundhouse Tapes" é o nome de uma demo gravada com
grana do próprio bolso e que chamou a atenção
da gravadora EMI que assinou com eles em 1980.
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Com um line-up modificado (Paul Di'Anno nos vocais, Dave Murray
e Dennis Stratton nas guitarras, Steve Harris no baixo e Clive
Burr na bateria) a banda lançou o seu primeiro auto-intitulado
álbum, IRON MAIDEN, ainda em 1980, com clássicos
como "Running Free", "Iron Maiden" e "Phantom
of the Opera", entre outras. "Killers" viria
no ano seguinte, com novas mudanças, sai Stratton e
entra Adrian Smith.
É
o melhor disco do Iron na minha opinião, muito embora
para muitos esse "melhor" seria o próximo
"The Number of the Beast", com Bruce Dickinson nos
vocais. |
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E tem mais, Bruce é foda, mas Di'Anno é único.
Mas o "Killers" é aquele que você
põe pra rolar e não pula nenhuma faixa - "The
Ides of March", "Wrathchild", "Murders
in the Rue Morgue", "Another Life", 'Genghis
Khan", "Innocent Exile", "Killers"
(definitivo!!), "Prodigal Son", "Purgatory"
e "Drifter".
Antes que eu me esqueça, o Iron puxava a fila do
NWOBHM, New Wave Of British Heavy Metal, nova onda do metal
britânico. Estranho, a "primeira onda",
era formada por bandas como BLACK SABBATH, que tocava um
hard muito pesado, foi uma escola das bandas de metal que
viriam depois, mas não era metal! Vai saber.
Talvez o fato mais polêmico na vida da banda tenha
sido a saída de Paul Di'Anno, o que provoca discussões
acaloradas até hoje. Não é segredo
que Di'Anno simplesmente odeia Steve Harris, que já
foi chamado por ele de "Hitler". Dei uma garimpada
na internet procurando fatos relevantes sobre esse acontecimento
e descobri duas entrevistas do infant terrible em dois excelentes
sites, um polonês e um sueco.
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No sueco (www.metal-rules.com)
entrevistado por Marko Syrjälä, ele diz que começou
no Iron com 16 anos, que o pai é brasileiro e o avô
mora em São Paulo, que tem seis filhos, dois nascidos
no Brasil! Pois é, ele é casado com uma brasileira.
E tem mais, Paul tem duas nacionalidades - brasileira e britânica!
Ah, ele tem um bar também em São Paulo! Desculpem
a ignorância do macaco, mas, onde fica? Se alguém
souber, please, mande um e-mail.
Mas é no site polonês (www.metalkings.com)
, numa longa entrevista dada em abril de 2003 que ele realmente
abre o jogo. Eu sempre achei que o seu visual atual (careca,
meio gordão, várias tatuagens) era mais punk
do que metal, não que isso importe ou mude alguma coisa.
E não deu outra, quando perguntado dessa fase (é,
ele veio do punk!), se existia alguma conotação
racista dele ter sido SKINHEAD naquela época (vocês
sabiam disso? Eu não!), responde ele:
"Não, eu era skinhead pra mim mesmo, eu não
tenho que ser racista para ser skinhead. Era uma coisa mais
contra a moda, se você entende o que eu estou dizendo.
Eu fui de skin pra punk e, olhe para o meu cabelo curto (na
verdade, raspado nas fotos do site), eu ainda estou no meio.
Eu ainda sou um skinhead (gargalhadas)!. Os caras do metal
vieram dos skins e dos punks". |
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Não torçam o nariz, caros amigos, de certa
forma, tudo se mistura, assim como as raças. É
apenas música. Somos apenas uma raça - a humana.
Assim como existem milhões de racistas de terno e
gravata, muitos deles em cargos políticos, por outro
lado, nem todo skin é nazista. Mas esta é
uma outra história.
O entrevistador (desculpem não citar o nome, o mesmo
não consta na matéria), muito bom por sinal,
não ia deixar passar batido o porque da saída
do Iron, e pergunta - "Quando você estava gravando
o "Killers" (Iron Maiden) em 80/81, O SAMSON (ex-banda
de Bruce Dickinson) estava gravando um disco com Bruce no
mesmo estúdio... o que aconteceu? Parece que os problemas
entre você e o Iron Maiden começaram naquele
momento". Responde Paul:
"Provavelmente começou depois do primeiro álbum
cara! No começo era grande. Quando eu escrevi a faixa
"Killers" eu pensei - "isso é muito
bom", mas estava começando a mudar, estava ficando
muito melódico e perdendo a pegada punk (punk-edge),
então eu fiquei puto (pissed off) e quis sair. Não
existe nenhum grande segredo. Se eu não estou feliz
eu não quero fazer nada. Eu não tenho que
fazer, é isso. Não existe nenhum grande segredo.
Se eu não estou feliz, eu não tenho que fazer
nada. Eu não tenho, é simples assim. Mas se
eu tivesse feito por dinheiro, eu ficaria mais triste e
estaria enganando a mim mesmo".
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Bem, espero ter ajudado a responder a velha pergunta.
O IRON MAIDEN, desde o inicio sempre fez questão de
criar uma identidade própria, um diferencial, por isso,
o mascote Eddie, criado pelo grande Derek Riggs, o que seria
"para sempre" (hoje, 2004, ele é digital!).
Mas, voltemos à entrada de Bruce. O primeiro álbum
gravado com ele nos vocais e também participando nas
letras, vocês já sabem, é o "The
Number of the Best" de 1982. Meu preferido é o
"Killers" com Di'Anno, como eu disse linhas atrás,
mas o "The Number" também é foda,
a começar pela faixa que dá nome ao álbum,
até hoje, se os caras não colocarem no set list,
correm o risco de serem linchados no palco. Exageros à
parte, o disco é grande mesmo, lotado de clássicos,
só para citar mais um, "Run to the Hills",
também presente em todas as apresentações
do IM. "No Piece of Mind" de 1983, Clive Burr já
não estava mais nas baquetas, substituído por
Nicko McBrain. Mais uma tristeza na história do Maiden
- em 2002, Clive Burr estava com uma doença grave e
sem cura - escleroses múltipla. Alguns shows foram
feitos pelo Iron com grana revertida para ele. |
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"Piece of Mind" é outro que pode rolar
direto, com faixas clássicas como "The Trooper"
e "Flight of a Icarus", só para citar as
duas que eu mais gosto. Em 1984 chega o poderoso "Powerslave"
com a poderosa faixa do mesmo nome, mais "Aces High",
"2 Minutes to Midnight", e por aí vai.
Melhor ainda, na turnê do disco que adentrou por 1985,
o Iron Maiden baixa pela primeira vez no Brasil no Rock
In Rio I!!! Foi muito para o coração de qualquer
banger iniciante! Eu estava lá, escrevi sobre para
esse Portal (há alguns anos, claro). Abaixo, um resuminho
sobre a apresentação da Donzela.
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RIO DE JANEIRO - SEXTA FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 1985 - Primeiro
dia de festival. Todo o trânsito foi modificado priorizando
o transporte coletivo. Quem quisesse ir de carro tinha que
deixar o mesmo a mais de 5 quilômetros do local do show.
Depois tomava um buzão e era largado a quase dois quilômetros
do festival e o resto tinha mesmo que ser na caminhada. Os
portões eram abertos ao meio dia (mais de 100 catracas!)
e a primeira atração subia ao palco às
18:00 horas. A última, mais ou menos, duas da madrugada,
se nada desse errada.
Calor de rachar mamona, sol a pino. Naquele distante 11 de
Janeiro de 85 a escalação era a seguinte: Ney
Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (grávida
de nove meses do sexto filho), Whitesnake, Iron Maiden e Queen.
Ok, não vamos discutir essa escalação.
Eu estava lá era mesmo para ver o IRON MAIDEN, no auge
da carreira. Assim como eu, muitos agüentaram várias
horas colados na frente do palco, não arredando o pé
nem a pau e, com perdão da má palavra, quando
dava vontade de dar um mijão, providenciava-se uma
roda e a coisa rolava ali mesmo. Muitos não suportavam
o calor e a pressão daqueles que queriam chegar mais
próximos do palco a qualquer custo, acabavam passando
mal ou mesmo desmaiavam e eram guinchados pelos seguranças
por cima da cerca de proteção. |
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Muita fumaça, explosões, O Iron Maiden está
no palco, abrindo o show com a vigorosa "Two Minutes
To Midnight". O palco era uma reprodução
das ilustrações do "Powerslave",
feitas pelo grande Derek Riggs, inspirado em motivos egípcios.
Bruce corria feito louco sobre o palco, subindo nos Marshall,
empunhado uma rota bandeira Inglesa. Um acidente com um
microfone fez um pequeno corte próximo ao seu olho
esquerdo fazendo com que um filete de sangue escorresse
pelo seu rosto numa forte metáfora, "Sangue
pelo metal". Os deuses do NWOBHM, frente a uma multidão
extasiada de fãs, mostravam porque eram os melhores,
detonando clássico atrás de clássico.
E foram muitos, difícil lembrar de todos, mas teve
preciosidades como Killers e também músicas
do álbum de estréia de Bruce, entre elas,
a mais esperada da noite, "The Number Of The Beast"
e, é claro, músicas do álbum que dava
nome a turnê com destaque para a música titulo.
Mais de uma hora de show depois, valeu a espera, valeu o
sufoco, valeu Iron!
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Iron Maiden no Brasil (1985)
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Foi mais ou menos assim, a porra da globo tem as fitas (áudio
e vídeo), mas não deixa ninguém ver.
O Iron estava na correria, tocaram na sexta e logo depois
de se apresentarem, sábado de madrugada, pegaram um
avião e retornaram, acho que para a Europa. Voltando
aos álbuns, vou passar batido nos ao vivo, etc., e
falar só dos full lenght de estúdio, senão
esse texto vai virar uma enciclopédia. Em 1986 é
lançado "Somewhere In Time" onde a melhor
música na minha opinião é "Wasted
Years". Em 1988, "Seventh Son of a Seventh Son",
que eu acho melhor que o "Somewhere", com músicas
como "The Evil That men Do" e "Only the Good
Die Young". É bom deixar bem claro, o poderoso
produtor Martin Birch esta por trás de todos os discos
do Iron Maiden (não sei se do primeiro e desses últimos).
Em 1990 Janick Gers substitui Adrian Smith em uma das guitarras,
ano em que é lançado o mais ou menos "No
Prayer For the Dying". Em 1992 sai o último (?)
com Bruce Dickinson nos vocais, como eu tenho em vinil, um
álbum duplo com 12 músicas, bem melhor que o
anterior. Com mais clássicos engordando a já
gigantesco repertório do Iron Maiden - "Be Quick
Or Be Dead", "Wasting Love" e "Fear of
the Dark". Depois, uma baixada de bola. |
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Três anos depois do "Fear" é lançado
"The X-Factor" com Blaze Bayley nos vocais e é
com ele nos vocais que eles tocam pela primeira vez em São
Paulo no Monsters of Rock, em 1996. Eu não acho o
Blaze ruim, mas ele não tem um volume de voz suficiente
para cantar as músicas do Iron, principalmente da
fase Bruce, que canta bem mais alto que Paul Di'Anno (o
que não faz de Di 'Anno um mau vocalista!). Mas foi
um equivoco e ninguém gostou. Depois do lançamento
do "Virtual XI" em 1998, no final desse ano, Blaze
esta fora do Iron. Bruce, com uma boa carreira solo (apesar
de ter lançado umas babas), retorno no disco de 2000,
"Brave New World", com ele o grande Guitarrista
Adrian Smith, que nesta época tocava na banda de
Bruce (com o qual tocou no Brasil!). Adrian havia sido um
"Iron" entre 1980 e 1990. O Iron Maiden vira um
sexteto com três guitarras e, com essa formação,
toca em 2001 no Rock In Rio III (show que virou CD). Esse
velho escriba também esteve lá, abaixo, como
foi.
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No set do melhor dia do RIR3, 20/01/01, estavam - Sheik Tosado,
Pavilhão 9, Queens of the Stone Age, Sepultura, Rob
Halford e Iron Maiden. Às 1:10 da madrugada, Iron no
palco. A canseira começava a tomar conta desse velho
headbanger, mas a presença do IRON MAIDEN "on
stage", equivalia a um caminhão pipa de um desses
estimulantes que vendem por aí. Tinha na mão
o set list da banda, dezessete músicas "datilografadas"
e uma escrita a mão dando a impressão que foi
acrescentada de última hora numa espécie de
presente para os fãs Brasileiros. A música de
número dezoito, RUN TO THE HILLS.
Vamos mudar o tempo do verbo. Welcome to the show! No Iron,
todos estão cabeludos menos Bruce, de franja. Línguas
de fogo no fundo do palco e a banda despeja sobre a rapaziada
WICKER MAN, GHOST OF NAVIGATOR e BRAVE NEW WORLD. Em seguida,
WRATCHILD, do álbum KILLERS. A próxima do X
FACTOR, gravado com BLAZE BAYLEY nos vocais, a vigorosa e
longa (11 minutos) SIGN OF THE CROSS. Puro estilo "Ironmaideniano"
(claro, clóvis!), tem uma introdução
lenta até ficar mais pesada. Desnecessário dizer
que os solos são distribuídos entre todas os
guitarristas de forma "socialista". |
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NICKO McBRAIN aparece sobre a bateria e joga algumas baquetas
numa arena ensandecida. STEVE HARRIS, na clássica
pose onde uma das pernas descansa sobre um retorno, massacra
sem piedade a sua ferramenta de trabalho. Maiden-maníacos
batem cabeça junto à grade de proteção
enquanto a poeira volta a dar uma pequena subida (é,
foi um dia seco de muita poeira).
A quantidade de Headbangers (e não "metaleiros",
como diz a mídia ignorante que estacionou em 85)
com camisetas do Iron é absurda.
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E eles voltam a se manifestar de forma mais nervosa durante
a música "THE TROOPER", numa profusão
de dedos imitando chifres, quando na verdade a saudação
"demoníaca" é a imitação
de um cão onde o dedo mínimo e o indicador seriam
as orelhas do animal.
Bruce, numa simpatia meio exagerada, fala o tempo todo com
a rapaziada (se todos entendem, aí já é
outra coisa), como acontece antes da nova DREAM OF MIRROR,
dizendo que o Brasil é o melhor lugar no mundo para
se tocar e o público também é o melhor
do mundo. A 11°, THE CLANSMAN, originalmente na voz de
Blaze Bayley é seguida de EVIL THAT MAN DO. EDDIE,
o mascote, esta no palco Duas minas passam meio desmaiadas
pelo local onde eu estou, na lateral direita do palco, enquanto
o cheiro de uma erva conhecida pelos Índios Brasileiros
por EPADU, está por todos os lados. No
ROCK IN RIO de 85, Bruce ainda era cabeluda e subia alucinado
nos Marshal no fundo do palco.
Quinze anos depois, os cabelos não continuam os mesmos,
mas a energia! Parece que tomou banho de Flash Power! |
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O homem não cansa e ele não é nenhum
molequinho. Up the irons! MEDO DO ESCURO (FEAR OF THE DARK),
acorda os últimos bodiados na grama detonada. Já
passa das duas da madrugada. Ninguém mandou descansar.
Continue batendo cabeça. Mais uma do KILLERS: IRON
MAIDEN. Se não a mais esperada, pelos menos a mais
conhecida, NUMBER OF THE BEAST é a 15º do set.
As últimas três, são nesta ordem: HALLOWED,
SANCTUARY e como eu já disse, RUN TO THE HILLS. Três
da madrugada, era a hora de começar a bater em retirada,
antes que todos pensassem o mesmo, com a Donzela de Aço
ainda no palco nos últimos acordes. Foi assim.
É, foi assim, foi bom, mas eu gostei mais de 85 onde
tudo era novo, novidade, menos massificado. Mas, ainda tem
um último disco de estúdio do Iron nessa nossa
lista, "Dance of Death", fresquinho, de 2003, a
razão do sexteto retornar ao Brasil. Steve Harris,
o dono da banda, como diz o desafeto Paul Di'Anno, tem agora
47 anos. Em 1985 ele tinha 28. O restante da banda deve estar
também por aí. |
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Em 2003 foi lançado Dance of Death. O álbum ganhou disco de platina em diversos países[carece de fontes?] e não deixou dúvidas acerca do sucesso da banda. O conjunto também conseguiu promover alguns vídeo-clipes na MTV trazendo novos fãs para a banda. Tanto Brave New World quanto Dance of Death foram considerados pelo site Metal-Rules.com como os melhores álbuns de Metal de 2000 e 2003, respectivamente.

Em 2005, o Maiden anunciou uma turnê em comemoração aos 25 anos do lançamento do primeiro álbum e o trigésimo aniversário da primeira formação. A banda foi para a turnê mundial para divulgar seu novo DVD, intitulado The Early Days, em que o grupo celebra as músicas do período de 1976-1983. Também foi lançado um álbum ao vivo em 2005 intitulado (Death On The Road), sendo que essa mesma apresentação foi lançada em DVD em 2006, DVD este que conta ainda com um disco extra com um documentário de 90 minutos mostrando os bastidores das gravações do álbum e da turnê mundial do Dance of Death, uma volta aos espetáculos teatrais e as mega produções dos anos 80. A Tournê foi um grande sucesso, pois o Maiden tocou pra mais de 3 milhões de pessoas em 24 países.

Em 2006 a banda lança o novo álbum, A Matter of Life and Death, décimo quarto álbum de estúdio da banda, com músicas mais longas que o habitual do Iron Maiden, o álbum traz algumas características progressivas, que a banda já vinha apresentando nos últimos álbuns, porém agora nesse álbum com maior intensidade, junto com um som mais pesado que o mostrado anteriormente pela banda. Este álbum vem sendo considerado pela crítica especializada como um dos melhores álbuns já feito pelo Maiden, sendo considerado pela revista Classic Rock álbum do ano de 2006, e obtendo uma classificação de 5 estrelas (classificação máxima) da revista Kerrang!, que neste mesmo ano elegeu o Iron Maiden como banda mais importante nos 25 anos de existência da revista. Em 2007, a banda faz uma tour batizada de A Matter of the Beast Tour, comemorando os 25 anos de lançamento do The Number of the Beast. Neste ano ainda tocam como atração principal mais uma vez no Donnington Download Festival. Em agosto de 2007 a banda anuncia a próxima tour que se chamará Somewhere Back in Tour 2008, que vai ser uma volta ao passado, onde a banda executará apenas músicas dos anos 80. Grande parte da tour já foi divulgada e será uma das maiores e melhores de todos os tempos, pois só tocarão em estádios.
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dasdasda
A idade só conta quando ela te derruba. Cito apenas pela
seguinte razão - COMO ESSA PORRA DE TEMPO VOA!! Então,
nenhuma novidade se nas duas apresentações no Brasil,
país e filhos forem juntos a elas! Isso porque a música,
principalmente o rock, tem essa magia, assim como alguns esportes.
Torna as pessoas mais tolerantes, as igualam apesar das "diferenças"!
Junta gerações! E o IRON MAIDEN, mesmo soando um
pouco repetitivo (sorry), continua sendo parte dessa magia. Então,
mais uma vez, UP THE IRONS!! |
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