Paul Simonon
o pulso forte do The Clash!
É
uma honra muito grande pra mim escrever um pouco sobre Paul Simonon,
o grande baixista do The Clash, minha banda preferida, número
1 da minha lista sempre!!
Paul Gustave Simonon nasceu no dia 15 de dezembro de 1955, na
cidade de Londres. Ele passou sua infância no bairro londrino
de Brixton e depois Notting Hill. Em brixton ele frequentava uma
escola só para negros e fez grandes amigos por lá.
Quando adolescente Paul era um hooligan e não perdia um
jogo de seu time favorito, o Liverpool.

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Mas
desde criança ele mostrava um grande talento artístico,
sendo muito criativo mesmo. Em 1975 ele foi no show de uma
banda chamada London SS, na qual tocava um cara chamado
Mick Jones, que era seu amigo também hooligan.
Mick convidou Paul para ser vocalista do London SS e Paul
até tentou, mas como não levava jeito pra
coisa. Mick resolveu então tentar ensinar o amigo
a tocar guitarra, mas foi pior ainda, porque guitarra não
é um instrumento tão fácil assim. Logo
Mick percebeu que o jeito então era jogar um baixo
no colo de Paul pra ver no que dava. |
E
ele aos poucos foi dando conta do recado. Quando ele finalmente
aprendeu a tocar baixo o London SS acabou! Mas a amizade
entre Paul e Mick era tão grande que eles pensaram
na idéia de montar outra banda. Paul e Mick foram
ver o show da banda 101ers (se fala "one o oners")
no pub Red Cow e foi lá que viram Joe Strummer pela
primeira vez, pois ele era vocalista/guitarrista da banda
101ers.
No dia seguinte Mick e Paul andavam pela Portobello Road,
no centro de Londres, e cruzaram com Joe. Eles ficaram se
encarando e até rolou um certo estresse entre eles.
Isso era numa quinta-feira. No sábado, eles estavam
andando novamente, só que agora acompanhados por
Glen Matlock (baixista do Sex Pistols) e os três cruzaram
novamente com Joe Strummer na rua, por acidente. |
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Então Paul trocou uma idéia com Joe e o convidou
para a aparecer no ensaio de sua nova banda, ainda sem nome.
E Joe meio que esnobando disse: “ok, me dá o endereço
do estúdio que eu vou ver se vou”. E Joe sumiu,
não apareceu, mas na outra semana ele foi no ensaio.
Neste dia a banda já tinha um nome, The Clash, escolhido
pelo próprio Paul Simonon, depois de ter visto este nome
numa noticia de jornal.

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Palavras
de Paul: “estávamos esperando que um dia
Joe aparecesse...estávamos sentados na ante-sala
do estúdio, eu e o Mick...e Joe apareceu do nada...então
entramos na sala de ensaio, que era uma mini sala muito
pequena...Mick tocou algumas músicas e então
Joe tocou uma junto...fomos tocando e tocando...o fato
de joe ter aparecido mudou tudo em nossas vidas...e foi
isso...daquele ponto a gente não parou mais...aquele
foi o primeiro dia do The Clash”.
Visualmente chocante, com suas calças sujas de
tinta, à la Jackson Pollock, e suas blusas com
mensagens, eles arrasavam em suas apresentações
ao vivo. Diferente dos Pistols, eles formavam uma banda
sólida com músicos experientes - Strummer
e Headon com os entusiasmados e amadores Jones e Simonon
(que costumava escrever as notas em seu baixo para tê-las
como referência!!).
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O
The Clash sempre foi considerado um exemplo, pois sempre produziu
bons sons durante sua carreira. Eles faziam shows em locais
que iam desde Career Opportunities em Camden (1976) até
Shea Stadium nos EUA (1983).

O The Clash era uma banda punk que misturava rockabilly, ska,
reggae e punk, mas por causa de discussões internas e
drogas a banda se desintegrou em 1986.

Paul Simonon foi o único integrante do The Clash que
nunca saiu da banda, desde o primeiro dia em 1976 até
o último dia em 1986. Este especial é uma pequena
homenagem a Paul Simonon, a "veia reggae" do The Clash.

A seguir temos a letra de sua melhor canção, composta
e cantada por ele próprio e uma das minhas preferidas
do The Clash, que diz mais ou menos asssim: “when they
kick at your front door...how you gonna come? with your hands
on your head...or on the trigger of your gun...when the law
break in...how you gonna go? shot down on the pavement...or
waiting on death row...you can crush us you can bruise us...but
you`ll have to answer to...oh, the guns of brixton...the money
feels good...and your life you like it well...but surely your
time will come...as in heaven, as in hell...you see, he feels
like ivan...born under the brixton sun...his game is called
survivin`...at the end of the harder they come...you know it
means no mercy...they caught him with a gun...no need for the
black maria...goodbye to the brixton sun...you can crush us
you can bruise us...yes, even shoot us...but...ohhhh, the guns
of brixton.”.
Marcio
Faveri - da redação
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