Carlos Santana
o mito e sua guitarra!
Carlos
Santana nasceu na cidade mexicana de Autlan de Navarro no dia
20 de julho de 1947. O interesse pela música veio do pai,
mas sempre foi direcionado para o rock - e ganhou força
quando a família se mudou para a cidade norte-americana
de São Francisco. Considerada um dos berços da nova
música, a cidade viu o artista formar sua primeira banda,
a Santana Blues, que contava com outros cinco integrantes, e que
três anos depois assinaria seu primeiro contrato com uma
gravadora, a Columbia.

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Foi
também nesta época que a banda se apresentou
no histórico festival de Woodstock, em uma performance
que é considerada por muitos como uma das melhores
do festival. A mistura de rock, soul, jazz, blues e ritmos
latinos incendiou o público e criou uma grande expectativa
para o primeiro álbum do grupo, que vendeu inacreditáveis
um milhão de cópias, criando hits como "Evil
Ways" e "Soul Sacrifice". |
A
banda gravou três discos hoje considerados históricos,
antes de separar-se. "Abraxas", o segundo disco,
gravado e lançado em 1970, repetiu o sucesso do primeiro
e lançou hits como "Oye Como Va" (de Tito
Puente), "Samba Pra Ti" e "Black Magic Woman".
"De repente, passamos a conviver com Miles Davis, Jimi
Hendrix, Janis Joplin, The Who", lembra Santana. Novamente,
o grupo chega ao milhão de cópias vendidas.
Em 1971, sai "Santana III", com mais hits, como
"Guajira" e "Batuka". Foi nesta época
que um dos pilares da formação inicial, o
tecladista e também vocalista Gregg Rollie decidiu
abandonar a banda para formar o "Journey".. |
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Em 1980, o guitarrista volta a fazer um enorme sucesso mundial
com o lançamento de "Zebop", trabalho que juntava
Santana a feras do jazz como Ron Carter, Herbie Hancock e Wayne
Shorter. Santana continuava popular em shows e festivais por
todo o mundo, mas ninguém podia prever a explosão
de "Supernatural", lançado em 1998, com as
participações de Rob Thomas, do Matchbox 20, Lauryn
Hill, Eric Clapton, Dave Matthews, Maná e Eagle Eye Cherry.

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O
disco seguinte, "Shaman", embora não
tenha vendido tanto quanto o anterior, ganhou os mesmos
elogios da crítica e reuniu outra constelação
de estrelas: Michelle Branch, Seal, Chad Kroeger (do Nickelback),
Alex Band (do The Calling), Dido, Macy Gray, P.O.D. e
Musiq, entre outros.
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Além
de seu trabalho profissional, Santana também é
um artista engajado em causas sociais. Recentemente, ele promoveu
um turnê de 24 shows na Africa do Sul, associada ao grupo
ativista Artists for the New South Africa (ANSA), com a finalidade
de arrecadar fundos para a luta contra a Aids no país,
um dos mais atingidos do mundo pela doença.
A turnê rendeu mais de dois milhões de dólares
para a organização. "Eu me sinto na obrigação
de ajudar, em fazer algo para ajudar a transformar este planeta
de inferno em paraíso" declarou ele a revista Rolling
Stone, biblía da música, que elegeu Santana como
um dos "100 maiores artistas de todo o tempo".
Na última cerimônia do World Music Awards, em 2005,
o guitarrista e compositor mexicano Carlos Santana subiu ao
palco, ovacionado por uma platéia de estrelas, para levar
para casa o prêmio de "Lenda da Música".

A cena era uma repetição da cerimônia do
Grammy de 2000, quando Santana, aplaudido de pé pela
indústria da música, saiu da festa com uma braçada
de prêmios. A consagração em forma de troféus
repete o que os números não deixam mentir: mais
de 35 anos de carreira, 38 discos, 90 milhões de cópias
vendidas e shows arrebatadores em todo o planeta, incluindo
o Brasil, para um público que já ultrapassa a
casa das 100 milhões de pessoas.
fonte: www.mediamania.com.br
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