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Museu
Rock & Roll
The Doors
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Sexo,
morte, decadência, carisma e uma variante única do eletric blues
deram ao Doors uma aura de profundidade, que não só sobreviveu,
mas também cresceu muito nas últimas duas décadas, após a morte
de Jim Morrison.
As letras de Morrison eram vistas como o retrato da juventude,
porém, com uma certa liberação sexual.Com o teclado de Ray Manzarek
e a guitarra de Robby Krieger, eles tornaram as invocações mais
sinistras, poderosas e quase xamanísticas, o que sugeria uma familiaridade
com as forças ocultas, e, no caso de Morrison, uma obsessão pelo
excesso e pela morte.
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No
seu auge, as músicas do The Doors - como "Light My Fire",
"L.A. Woman"- evocavam uma visão deturpada da Califórnia dos
anos 60, que contrastava com os estilos folk e trippy que
prevaleciam naquela época. |
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Morrison e Manzarek, que eram colegas na Escola Graduada de Cinema
da UCLA, montaram o grupo em 1965, ao se encontrarem numa praia
do sul da Califórnia. Após Morrison ter recitado um de seus poemas,
"Moonlight Drive", Manzarek - que tinha estudado piano clássico
quando criança e tocava no Rick And The Ravens, uma banda blues
da UCLA- sugeriu que eles fizessem umas canções.
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Os irmãos de Manzarek, Rick e Jim, serviram como guitarristas,
até Manzarek encontrar John Densmore, que apresentou Robby
Krieger; ambos já tinham sido membros da banda Psychedelic
Rangers. Então, Morrison batizou a banda de The Doors, por
causa do livro The Doors of Perception, de William Blake,
que fala sobre alucinógenos.
Logo depois, o The Doors gravou uma fita demo, e no verão
de 1966 eles começaram a se apresentar em bares, como o
Whisky-A-Go-Go, porém, quatro meses depois, tudo foi por
água abaixo quando eles inventaram de tocar a música "The
End", uma das várias canções polêmicas de Morrison, que
trazem temas como o complexo de Édipo. Então, Jac Holzman
da gravadora Elekctra Records foi convencido por Arthur
Lee do Love, a assinar contrato com a banda. Ironicamente,
a melhor fase da banda começou em 1980, nove anos após a
morte de Morrison.
Com a biografia de Jim Morrison escrita por Jerry Hopkins,
No One Here Gets Out Alive("Ninguém sai vivo daqui"), o
The Doors e principalmente Jim Morrison começaram a entrar
no mercado novamente - divulgados por seus admiradores e
por bandas covers.
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Em 1980, as vendas de gravações ultrapassaram todas previsões.
A revista ROLLING STONES trazia na capa: "He's Hot, He's Sexy,
He's Dead" ("Ele é quente, ele é sexy, ele está morto"), e isso
era só o começo. Em 1983, o lançamento de Alive, She Cried, seguido
de vídeos do Doors exibidos pela MTV, introduziram Morrison e
sua banda à nova geração.
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Em 1991, o filme feito por Oliver Stone, que é a biografia
da banda e traz Val Kilmer como Jim Morrison, foi um tremendo
sucesso, tanto crítico como comercialmente. Dos 12 álbuns
do The Doors, todos foram discos de ouro, e sete foram discos
de platina. Em 1995, a reedição de An American Prayer incluía
a música "The Ghost Song", uma nova faixa que ressuscita
o The Doors, utilizando uma velha gravação de Jim Morrison
lendo um trabalho seu, com uma música de fundo.
Em 1990, uma lápide foi roubada do túmulo de Jim Morrison;
em 1993, quando seria o qüinquagésimo aniversário dele,
centenas de pessoas - muitas nem tinham nascido quando ele
morreu - vieram de todas as partes do mundo para prestar-lhe
uma homenagem.
O grupo foi incluído no time de famosos do Rock'n'Roll,
somente em 1993. "This is the End..."
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Links
Interessantes:
The
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